quinta-feira, 9 de maio de 2013

4ª parte

O modelo estilo-relacionado de crítica de arte  (original: The Syle-relative model of art criticism)

            Ao preparar o cenário para um modelo de crítica de arte, vou fazer uso de um exemplo real: a crítica de W.I. Homer e L. Goodrich (?era "critical account", na verdade, mas não sei traduzir isso), da pintura Jonah [1885], de Albert Pinkham Ryder.


             O modelo é para avaliação de uma obra de arte em particular, relacionada a um estilo individual. É comum que a avaliação ocorra para um conjunto de obras de arte. Por exemplo: é feito um julgamento de que André Derain tinha trabalhos Fauvistas de grande originalidade e virtuosismo, que extrapola as produções de outros fauvistas. Desde que casos semelhantes possam ser entendidos como avaliações relativas a um certo estilo, eles podem ser adaptados ao estender o modelo de maneira óbvia (não entendi a frase. original: As long as such cases can be understood as evaluations relative to some style or other, they can be accommodated by extending the model in obvious ways). O modelo é formulado em um processo sequencial feito de 7 diferentes etapas, embora em alguns momentos as etapas possam se sobrepor e algumas vezes uma ordem diferente pode ser estabelecida.

 Primeria etapa: encontrar o estilo (Locate the Style)

           Para encontrar o estilo de uma obra de arte, destila-se (?to distill) do contexto histórico-artístico características das quais o conteúdo da arte depende. Ryder apresenta um caso similar ao de William Blake, embora possam ser encontrados traços de várias influências que formam escolas e movimentos  a frente de seu tempo, seu excêntrico isolamento parece impedir a classificação de sua produção em uma generalizada categoria de estilo. Apesar disso, Ryder tem um estilo individual que por si só acabou sendo visto como revolucionário, um antecessor do Expressionismo e Surrealismo.
           Homer e Goodrich fornecem, de certa forma, uma explicação completa do estilo de Ryder, que inclui a redução de todos os elementos a uma abstração simples; motivos de lendas e mitos; uma irradiação lustrosa(?lustrous) e escuro da pintura; com frequência luz amarela, com efeito grandioso e intenso (?an effect of haunting intensity). Segue um resumo em que a enfase está em características de elementos formais:
           Para concluir, a pintura de Ryder representa uma unidade integrada de elementos formais, uma integração, entretanto, isso é encontrado níveis diferentes. Para Ryder, o equilíbrio formal na bidimensionalidade  que envolve a unificação de figura e fundo, combinada com controle de tonalidade e harmonia, complementar da estrutura de seus trabalhos. A unidade da obra de Ryder foi realçada pela escolha de um vocabulário essencialmente simples, um número mínimo de formas e tonalidades, que são relacionadas, de forma compreensiva, uma com a outra. 
           Além desses elementos as cores das obras de Ryder, como a dos antigos mestres, essencialmente, ornamentam e tornam mais significativo um  tom implícito em sua base de trabalho. (não consegui traduzir frase original: In addition to thesse elements, Ryder´s, color, like that of the old Masters, essentially embellished and enriched an underlying tonal framework.)

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