domingo, 19 de maio de 2013


Segunda etapa: Descrição de características e estruturas (?Descriptive Features and Structures)

  Fazer um inventário das imensas descrições de características e estruturas. Para Jonah, existem as reais(?actual) cores, formas, combinações (? arrangements), texturas, entre outras. Características descritivas (descriptive features? realmente não sei traduzir isso) incluem a individalidade de pinceladas [curtas e rápidas no caso de Ryder], a densidade (?thickness) da pintura, se partes da tela são deixadas sem tinta e assim por diante. 
    Um exame minucioso (? a close scrutiny) das características descritivas de Jonah revelam aspectos como: tonalidade comedida (?low-keyed tonality); pouca luz (?few highlights); densas camadas de esmalte (?não entendi mesmo. original: glazes and thick layering); desenho grosseiro (?crude draftsmanship); pinceladas, confiantes, sem hesitação; número mínimo de formas; formas simplificadas e audazes. A descrição de características e de estruturas salientados por Jonah são bastante determinadas pelo conhecimento do estilo de Ryder.

Terceira etapa: Aspectos estéticos iniciais (primary aesthetic features)

     Fazer um inventário dos aspectos estéticos iniciais. Como visto anteriormente, eu penso que os aspectos estéticos iniciais são aqueles sem valor, que ocorre baseado em um objeto estruturado e de características de estilo relacionadas (? As indicated earlier, I take primary aesthetic features to be the non-value features that supervene on a base made up of a structures object plus extrinsic relational style properties.). Podem ser vistos convenientemente como representação, expressão e modelos de aspectos (they can be conveniently sorted as representational, expressive, and exemplified features.¹). 
    Qualquer um pode entender os aspectos estéticos iniciais de Jonah, desde que tenha conhecimento do estilo. Perceber estes aspectos não requer a questão de gosto, mas requer o exercício do conhecimento. 
     Um observador com conhecimento de Jonah é capaz de criar um inventário com os seguintes aspectos estéticos iniciais: formas bastante simplificadas;  representação de um barco ao mar em tempestade, encoberto por sombras e iluminado apenas pela lua; enquanto uma baleia de olhos enormas se aproxima, encarando ferozmente o mortal desemparado  (?Jonah flaining about in the water while a menacing Whale approacher with bulging eyes, staring fiercely at the helpless mortal;); expressão de desamparo e terror de forma intensa, subjetiva e mística. 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

4ª parte

O modelo estilo-relacionado de crítica de arte  (original: The Syle-relative model of art criticism)

            Ao preparar o cenário para um modelo de crítica de arte, vou fazer uso de um exemplo real: a crítica de W.I. Homer e L. Goodrich (?era "critical account", na verdade, mas não sei traduzir isso), da pintura Jonah [1885], de Albert Pinkham Ryder.


             O modelo é para avaliação de uma obra de arte em particular, relacionada a um estilo individual. É comum que a avaliação ocorra para um conjunto de obras de arte. Por exemplo: é feito um julgamento de que André Derain tinha trabalhos Fauvistas de grande originalidade e virtuosismo, que extrapola as produções de outros fauvistas. Desde que casos semelhantes possam ser entendidos como avaliações relativas a um certo estilo, eles podem ser adaptados ao estender o modelo de maneira óbvia (não entendi a frase. original: As long as such cases can be understood as evaluations relative to some style or other, they can be accommodated by extending the model in obvious ways). O modelo é formulado em um processo sequencial feito de 7 diferentes etapas, embora em alguns momentos as etapas possam se sobrepor e algumas vezes uma ordem diferente pode ser estabelecida.

 Primeria etapa: encontrar o estilo (Locate the Style)

           Para encontrar o estilo de uma obra de arte, destila-se (?to distill) do contexto histórico-artístico características das quais o conteúdo da arte depende. Ryder apresenta um caso similar ao de William Blake, embora possam ser encontrados traços de várias influências que formam escolas e movimentos  a frente de seu tempo, seu excêntrico isolamento parece impedir a classificação de sua produção em uma generalizada categoria de estilo. Apesar disso, Ryder tem um estilo individual que por si só acabou sendo visto como revolucionário, um antecessor do Expressionismo e Surrealismo.
           Homer e Goodrich fornecem, de certa forma, uma explicação completa do estilo de Ryder, que inclui a redução de todos os elementos a uma abstração simples; motivos de lendas e mitos; uma irradiação lustrosa(?lustrous) e escuro da pintura; com frequência luz amarela, com efeito grandioso e intenso (?an effect of haunting intensity). Segue um resumo em que a enfase está em características de elementos formais:
           Para concluir, a pintura de Ryder representa uma unidade integrada de elementos formais, uma integração, entretanto, isso é encontrado níveis diferentes. Para Ryder, o equilíbrio formal na bidimensionalidade  que envolve a unificação de figura e fundo, combinada com controle de tonalidade e harmonia, complementar da estrutura de seus trabalhos. A unidade da obra de Ryder foi realçada pela escolha de um vocabulário essencialmente simples, um número mínimo de formas e tonalidades, que são relacionadas, de forma compreensiva, uma com a outra. 
           Além desses elementos as cores das obras de Ryder, como a dos antigos mestres, essencialmente, ornamentam e tornam mais significativo um  tom implícito em sua base de trabalho. (não consegui traduzir frase original: In addition to thesse elements, Ryder´s, color, like that of the old Masters, essentially embellished and enriched an underlying tonal framework.)